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4 de novembro de 2008

Guitar Hero World Tour

Ah... video-games. O game que jogou uma guitarra nas mãos de tocadores de air guitar do mundo todo. Basta apertar botões numa guitarrinha conectada ao video-game. Não vou mentir, parece uma guitarrinha que eu comprei pra minha afilhada de 3 anos no começo do ano. Mas, diferente da guitarra da Belle, a do jogo tem melodias bacanas e conhecidas.

O jogo é basicamente isso. Apertar botões no tempo certo. Mas, enfim, isso pode ser uma descrição geral de qualquer jogo de video-game. Guitar Hero é um jogo divertidíssimo e super viciante. Eu jogo e nem tenho a guitarra. Tenho que contorcer meus dedos pra conseguir apertar os botões do controle remoto. Detalhe: tenho um violão também, mas ultimamente, toco mais na televisão que com minha bela viola negra e desafinada.

E eis que Guitar Hero chega em versão World Tour. O que isso quer dizer? Pelo que entendi, quer dizer que você pode escolher tocar só com a guitarra, ou aumentar a banda e comprar os outros instrumentos e tocar junto com seus amigos. Ter uma banda ainda que no jogo é muito legal.



E essa aqui é o comercial para TV que marca o lançamento do jogo. A estrela é Heidi Klum. Mas, essa já é uma segunda versão, que fez mais sucesso com os nerds de plantão. Até porque, quem é que se contentaria em ficar vendo caras semi-nus dançando com guitarrinhas de brinquedo? Pra apelar ainda mais que a versão Heidi Klum, o diretor fez a director's cut. É só uma desculpa pra deixar a modelo/apresentadora de calcinha e sutiã e, enfim, ver o balanço da parte superior da Heidi. Meio pervertidinho pro meu gosto. Prefiro ela de camisa.

Não sei se vocês se lembraram da cena que provavelmente inspirou os publicitários da Guitar Hero. Alguém aqui assistia The Nanny? Então espia essa cena do Niles:



Uma das cenas que ficam para sempre. E aí, quem fica mais zéééxy?


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Pós-post: O Cooper tem uma memória melhor que a minha e lembrou que tudo começou com o grande astro da Cientologia, Tom Cruise em Negócio Arriscado. O link do zutube tá aqui. Enjoy! Cooper, obrigada!

28 de outubro de 2008

Dedada eletrônica

Video-games chegaram em tal ponto na escala evolutiva que não tem mais o que se inventar. E aí, o que acontece? Eles inventam bizarrices. Algumas são bacanas como ficar pulando e levantando os braços para o ar como acontece com a nova geração de video games liderada pelo querido Wii da Nintendo.


Outras inovações são apenas bizarras e servem para umas boas risadas. Isso me lembra as seções de brainstorming para bolarmos coisas geniais em publicidade. Sempre fui a favor de se colocar na mesa toda e qualquer coisa, por mais idiota que seja. Mas, as coisas idiotas, além de fazerem rir servem para levar as idéias a um segundo plano, menos idiota e com mais sacadas geniais. Quando isso não acontece, o ideal é pedir mais tempo, ir fazer outra coisa e voltar a pensar depois.

Quano se insiste em idiotices, saem no mercado coisas tipo a propaganda da Skol ou esse novíssimo video-game japa. Basta inserir o dedo e bolinar os personagens. Enfia e tira, enfia e tira. Legal?



É. Quero um desses de Natal. Já vejo gente tentando inserir outras partes do corpo. Vai ser bem legal. He he he.

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SoSuechtig, Burajiru